sábado, 10 de novembro de 2012

TIRINHAS



As tirinhas são excelentes gêneros textuais (lembrando que texto não se conceitua apenas no plano verbal, mas também, no plano não-verbal) que podem ser explorados de diversas maneiras. 

Elas servem para contar uma história curta, para ironizar alguma situação, para gerar humor, reflexão... Produzem diversos sentidos... 

Podem e devem ser usadas constantemente no cotidiano do trabalho com a leitura, desde a educação infantil. Cabe ao professor adequar e selecionar as tirinhas para o trabalho com cada nível, especificando as capacidades que pretende desenvolver em seus alunos!!...

Se você tiver alguma experiência interessante com o uso de tirinhas, entre em contato. 

Adoraremos divulgar seu trabalho! 
É só nos enviar fotos e o relato que o publicaremos aqui em nosso blog!


PET do BEM

Este vídeo é bastante interessante porque trata de um contexto atual que envolve a reciclagem e as formas de reaproveitamento de materiais plásticos. O vídeo pode servir como um "detonador" para um Projeto de Trabalho que envolva o desenvolvimento da leitura, da escrita e da prática social consciente. As imagens, aliadas ao texto escrito e as falas, podem ser exploradas na compreensão de suas mensagens. O material escrito fornecer informações importantes e pode ser trabalhado em qualquer série/ano do Ensino Fundamental e/ou Médio. Cabe fazer um planejamento adequado, explicitando os objetivos a serem trabalhados.


PET DO BEM por chezpedroso  no Videolog.tv.

O SABER E O SABOR

Saber e Sabor por brazmauricio  no Videolog.tv.

Este vídeo traz alguns momentos sensíveis, únicos de histórias diversas de educadores... Para iniciar um GE ou uma reunião pedagógica, poderia ser uma sugestão interessante...
Aproveitem... Foi uma sugestão da Profa. Ibsa Barbosa, Orientadora Pedagógica de Nova Iguaçu.

Palestra: A LEITURA COMO FONTE DE PRAZER E CONHECIMENTO

No dia 05/09/2012, tivemos a honra de receber a Profa. Cristina Silveira, Mestranda em Educação - FEBF/UERJ e professora da Rede Municipal de Duque de Caxias,  para uma palestra bastante empolgante sobre os poderes e os prazeres da leitura!!

Agradecemos sua inestimável contribuição que muito colaborou para uma reflexão sobre o incentivo da leitura nos anos iniciais e finais do ensino fundamental.

Cris conversa com as Orientadoras Pedagógicas

Livros, livros e mais livros...

Colocar os livros no chão é uma boa sugestão para que as crianças mexam neles, olhem-nos, peguem-nos...Que tal fazer isso em sua sala de aula??

Que prazer!...





Ziraldo, sempre presente...
Conversando sobre livros...


Diangóstico 2o ano de escolaridade


AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE PORTUGUÊS SEGUNDO ANO from Tonia de Souza

Este material pode ajudar na organização do ano letivo, identificando o que os alunos já sabem e o que ainda não sabem. Entretanto, é inócua a ação de apenas diagnosticar. O diagnóstico precisam passar por uma reflexão/análise minuciosa sobre as aprendizagens dos alunos. Além disso, é preciso planejar o trabalho pedagógico a partir das necessidades que os alunos apresentam. Assim, pensar em atividades que supram estas necessidades é fundamental.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Gestão dos Processos Pedagógicos: alfabetização e linguagem, Aula Inaugural, Curso de Extensão

O curso de extensão coordenado pelo Prof. Ivan Amaro, da FEBF/UERJ, em parceria com a SEMED-Nova Iguaçu, antes denominado "Alfabetizar e Letrar", realizado entre agosto/2011 e junho/2012  transformou-se em "Gestão dos Processos Pedagógicos: alfabetização e linguagem". 

A partir das avaliações feitas pelo grupo de orientadoras que participaram do primeiro curso, identificamos a necessidade de reformular os eixos temáticos e a sua dimensão interventiva no espaço e no cotidiano da escola que oferece o 1o. segmento do Ensino Fundamental, no município de Nova Iguaçu, região metropolitana do Rio de Janeiro.

A Aula Inaugural aconteceu no dia 20/06/2012, na Escola Municipal Monteiro Lobato. Espaço cedido, gentilmente, pela direção do estabelecimento. Foram formadas duas turmas (matutino e vespertino) para atender a demanda e atingirmos 100% de Orientadores da Rede Municipal de Educação. A procura foi muito grande, inclusive com outros atores interessados em participar do curso (Diretores, Coordenadores Pedagógicos, Orientadores Educacionais, Professores). Infelizmente, não temos condições de atender a todos. Os encontros acontecem às 4as. feiras. No turno matutino, estão inscritos 49 participantes e no turnos da tarde, são 40 participantes inscritos. 

Agora, nosso curso está organizado em três módulos articulados que buscam atender às necessidades apresentadas pelos Orientadores Pedagógicos que atuam nas escolas:

Módulo 1 - Pesquisa-Intervenção: concepções teórico-metodológicas
Módulo 2- Leitura e escrita: alfabetizar letrando
Módulo 3- Organização do trabalho pedagógico

Veja algumas imagens da Aula Inaugural!!









sábado, 19 de maio de 2012

Em 14/06/2012, encerramos, com louvor, o Curso de Extensão "Alfabetizar e Letrar: construindo o sucesso escolar". 

A avaliação feita pelas Orientadoras Pedagógicas, Educacionais e Coordenadoras Pedagógicas foi extremamente positiva e consolidou a parceria entre a Faculdade de Educação da Baixada Fluminense - UERJ e Secretaria Municipal de Educação de Nova Iguaçu. 

No momento, estamos elaborando o próximo curso. Inicialmente, atenderemos mais 90 profissionais que atuam na gestão pedagógicas das escolas municipais de Nova Iguaçu. Perfazendo, assim, a cobertura de 100% dos Orientadores Pedagógicos do município. Pretendemos atender uma turma de 45 vagas pela manhã e outra de 45 vagas pela tarde. 

O projeto passará por algumas modificações e será ampliado de forma a atender a totalidade das escolas, não só focalizando na alfabetização. O "Alfabetizar e Letrar" se transformará em "Gestão dos Processos Pedagógicos: alfabetização e linguagem", com a intenção de desenvolver capacidades de gestão das práticas pedagógicas na escola do 1o. ao 5o. ano. Em breve, apresentaremos a data de início desse curso.

Às colegas orientadoras e coordenadoras que concluíram, com maestria e coragem, o curso, o nosso muito obrigado e muito sucesso no trabalho na escola!!

Abraços fraternos,
A Coordenação

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012


I MOSTRA DE EXPERIÊNCIAS PEDAGÓGICAS EM ALFABETIZAÇÃO - NOVA IGUAÇU
26/03/2012




Pôsteres apresentando as experiências das Escolas Municipais que participaram do Curso de Extensão: Alfabetizar e Letrar: Construindo o sucesso escolar.





 

 

11º ENCONTRO 28/11/2011

Conversa informal-  O encontro iniciou-se com uma indagação: Como as atividades vivenciadas estão sendo utilizadas nas escolas. Algumas OP's informaram que tem sido muito bem recebidas pelos professores, principalmetne, porque estão muito relacionadas ao cotidiano do trabalho. Muitas disseram que ainda há um certo distanciamento de alguns professores,mas a maioria está muito aberta para receber sugestões e/ou solicitar auxílio.
1ª ATIVIDADE: Apresentação em slides das atividades de avaliação da escrita de crianças da alfabetização, enviadas por uma cursista.
2ª ATIVIDADE:  Foram apresentadas vária imagens em slides. Cada cursista deveria escrever em um pequeno pedaço de papel uma palavra relativa à imagem apresentada.
As palavras escritas foram expostas no quadro.
Em duplas, as cursistas escolheram uma lista de palavras, escritas por outra dupla e  elaboraram uma pequena história contendo todas as palavras escritas Depois cada história foi lida para o grupo.
3ª ATIVIDADE: Leitura compartilhada dos textos: “ Um corpo sem asas” e “O sapo” de Rubem Alves.
Os textos foram distribuídos em dois grupos, cada grupo ficou com  um texto diferente. A partir da leitura dos textos, cada grupo  produziu uma peça teatral com um tema que envolveu: meio-ambiente, ética e moral, diferença e liberdade. Cada grupo ficou responsável por criar personagens e desenvolver uma trama que envolvesse conflito, resolução e reflexão.
O resultado disso foi simplesmente MARAVILHOSO!





Este grupo é muito  comprometido !
MENINAS, VOCÊS  SÃO FANTÁSTICAS!


10º ENCONTRO - 07/11/2011
3º encontro com Ana Cristina
A pedidos da turma e devido a necessidade de se dar continuidades às atividades do encontro anterior, a professora Ana Cristina nos concedeu generosamente, mais um encontro, e como ela é uma profissional antenada com os fatos, não deixou passar despercebida uma reportagem publicada no dia anterior que tratava sobre a educação em Nova Iguaçu.
Dessa forma, ela iniciou o curso com a leitura de uma reportagem do Jornal O Globo,  em que educadores  da rede municipal de Nova Iguaçu criticavam a aprovação automática, colocando a culpa do fracasso escolar das crianças, na avaliação realizada no ciclo, confundindo esta forma de avaliação com aprovação automática. O tema levantou debates e discussões acaloradas na sala, foram levantados vários pontos pelas cursista como os responsáveis pela causa do fracasso escolar:
Aprovação automática no ciclo e falta de apoio dos pais.
Ana levanta a seguinte discussão: O ciclo é aprovação automática?
Avaliação no ciclo serve para quê?
Como estamos entendendo o ciclo de formação?
O que temos feito na educação?
Quando aconteceu a produção desse fracasso escolar?
Quem são as famílias dessas crianças?
Como está sendo a avaliação ao longo desses três anos?
Quais são os nossos objetivos?


QUESTÃO CENTRAL: COMPROMETIMENTO PROFISSIONAL
2º MOMENTO: que não poderia faltar!
 Leitura do livro – “Minha férias, pula uma linha, parágrafo...”   de Christiane Gribel.
Ana Cristina destacou a importância de se trabalhar com recontação de histórias.
3º MOMENTO: DITADO DE PALAVRAS
A professora leu as palavras que seriam escritas, nesse primeiro momento devia-se apenas escutar atentamente as palavras lidas. Depois ela foi ditando cada palavra, uma de cada vez. São palavras que estão no dicionário, mas que não usadas no nosso dia-a dia. Depois ela pediu que um voluntário fosse ao quadro e escrevesse a palavra, também foram escritas as outras formas que foram escritas. Foi efetuada a correção, estudando todas as possibilidades  que poderiam ter causado o erro.
O encontro foi encerrado com uma surpresa feita pela turma à Professora.
Muito emocionante a homenagem que a turma fez à professora, uma demonstração de carinho e agradecimento à contribuição que Ana Cristina trouxe ao nosso curso e á Educação de Nova Iguaçu. Frutos brotarão!

 9º ENCONTRO - ANA CRISTINA 24/10/2011
RECEITA DE OLHAR
1º momento:
Esse foi o nosso segundo encontro com a professora Ana Cristina. Ela iniciou a aula pedindo que quem tivesse espelhos na bolsa que os colocasse à disposição da turma. Não causou admiração que em uma turma composta exclusivamente por mulheres, que a grande maioria tivesse esse item em suas bolsas, vários espelhos apareceram em poucos minutos e foram colocados à disposição do grupo. A professora pediu que cada uma se olhasse no espelho, observando detalhadamente o rosto. Depois  olhasse  para a colega ao lado e observasse detalhes de seu rosto. Depois dessa etapa de observação minuciosa, cada cursista olhou para a colega do lado, pronunciou o seu nome e descreveu algum aspecto de seu rosto que observou. Detalhe: ninguém podia  repetir algum aspecto já relatado antes.
Depois dessa dinâmica, a Professora fez alguns questionamentos à turma:
Como foi  para vocês se observarem?
O que será que o outro está olhando em mim?
Como é o olhar do outro?
Como o outro me constitui?
Como provocamos esse olhar do outro?
 Depois de amplo debate com a turma e de serem destacados vários pontos de vista ela ressaltou:
PRECISAMOS NOS COLOCAR DISPONÍVEL PARA ESSE OLHAR.
Em seguida foi realizada uma leitura coletiva do texto “Receitas de olhar” de Madalena Freire. O objetivo desse texto foi despertar o leitor para a forma de olhar o mundo e as pessoas à sua volta.

2º momento:
Depois a Professora nos encantou com a leitura do livro “O carteiro chegou”. O livro destaca a variedade textual, faz diálogo com diferentes contos. Ao ler para o grupo histórias infantis, Ana Cristina procurou enfatizar a importância desse tipo de atividade para com as crianças


3º momento       
Nessa etapa foi realizada a distribuição  de um texto  com 29 princípios de alfabetização para duplas.O texto foi retirado do livro Alfabetizando sem o BA-BE-BI-BO-BU DE , de Luis Carlos Cagliari
No chão da sala, a professora dispôs vários tipos de atividades de alfabetização. Cada dupla deveria escolher uma atividade que correspondesse a um dos princípios de alfabetização do livro do Cagliari. Depois cada dupla deveria apresentar a atividade que escolheu e explicar por que ela correspondia a um dos princípios de alfabetização.
Foi uma atividade muito criativa e  significativa.

4º momento
Para finalizar, a professora distribuiu uma produção de um aluno e solicitou que  a mesma fosse  analisada pelo grupo.
Depois de todos olharem e analisarem, ela perguntou:
O que esse aluno já sabe sobre a língua escrita?
O que ele ainda precisa saber?
Quais as intervenções possíveis?
Fomos embora com esses questionamentos para refletirmos durante a semana.










                                                   
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domingo, 18 de dezembro de 2011

8º ENCONTRO – ANA CRISTINA FERNANDES

"ALFABETIZAR NÃO TEM RECEITAS, MAS TEM PRINCÍPIOS"
A Profa. Ana Cristina  Fernandes aceitou, gentilmente, o convite da Coordenação  e chegou cheia de energia e ideias para colaborar conosco. Os encontros, que  a princípio seriam dois, se estendenderam para três, devido a necessidade de se  concluir certas atividades e também para atender a pedidos acalorados das cursistas. Vale ressatar a sua longa experiência como professora alfabetizadora da Rede Municipal do Rio de Janeiro e também como Formadora de Professores, além da sua grande paixão pela educação. A contribuição que ela nos trouxe foi, sem dúvidas, extremamente relevante.
A professora iniciou o curso se apresentando e dando boas-vindas ao grupo. A seguir, colocou uma música e pediu que as cursistas andassem pela sala ao som da música, parassem diante de uma colega e convesassem a repeito de sua fonte inspiradora para trabalhar na educação. 

"O que te motivou? Quem te motivou? Por quê?"

7º ENCONTRO - DIA 10/10/2011

– RECEBEMOS A VISITA DA PROFª CRISTINA SILVEIRA



A Professora Cristina Silveira  chegou cheia de energia e entusiasmo, própria dos profissionais que são comprometidos e se preocupam  com a educação em nosso país. Prova disso foi à disposição com que se colocou para contribuir com o curso, trazendo o que tinha de melhor para passar para nossas cursistas. Vale destacar a  sua paixão pela literatura, em especial  os livros de Ziraldo voltados para crianças e adolescentes.
A Profª iniciou a aula destacando a importância da literatura para a escola.
Para chamar a atenção das professoras trouxe um vídeo com um documentário do jornal O Globo.
Alguns destaques da matéria foram ressaltados:
  • 2009 - taxa de analfabetismo - 28%;
  • Grande número de analfabetos funcionais;
  • A preocupação com as avaliações externas;
  • Brasil- 7ª economia do planeta;
  • Dentre 65 países, ocupamos a 53ª posição;
  • Uns jogam a culpa nos outros;
  • Em cada 4 pessoas no Brasil, apenas uma é alfabetizada plenamente.
Diante desses números e fatos, alguns questionamentos foram levantados:
  • Se 98% das crianças estão nas escolas?
  • Se passam 9 anos no ensino fundamental?
  • Por que tantos não aprendem?
É para dar uma sacudida mesmo, fazer as pessoas pensarem, sair do seu ligar comum.
A partir  desses questionamentos iniciou-se amplo debate entre  todos os participantes, todos queriam falar e mostrar seu descontentamento com a educação que temos atualmente.
Para exemplificar a forma arcaica e tradicional com que a escola trabalha  leitura e interpretação de textos com  seus alunos a professora trouxe um texto adaptado com algumas palavras inventadas, que não existe no nosso dicionário. Depois a Professora passou um exercício de interpretação, como os que estão na maioria dos livros, que não fazem a criança pensar, mas apenas reproduzir o que está no texto. Sem muitas dificuldade, foi possível responder às questões, mesmo não sabendo o significado de algumas palavras. Com esse exemplo ela conseguiu demonstrar que a forma como os textos são trabalhados na escola não conseguem fazer com que os alunos desenvolvam capacidade de raciocínio e interpretação, basta apenas copiar o que já está posto no texto.
Nome do texto: Os Trafelnos.
Diante desses fatos, a professora questiona:
Como formar um leitor? E reitera: Só um leitor pode formar outro leitor.
 Destaca alguns atividades que podem ajudar a formar o aluno leitor;

  • A importância dos livros imagéticos;
  • Dar voz e vez ao aluno;
  • A importância de trabalho em grupo e do aluno falar em público ( na sala de aula);
  • Rodízio de alunos pelos grupos.
Não poderia faltar o momento "contação de história"  - texto dos Irmãos Grewm
Descobrimos como gente grande adora ouvir uma boa história, ainda mais contada pela Cristina, parecíamos crianças embevecidos pela narrativa, se nós ficamos assim, imagine as crianças com ficam diante de uma história bem contada. Nada como "praticar o que diz". Com isso ela quis nos mostrar a importância de se ler diariamente para  turma, principalmente nos anos inicias onde deve se despertar o desejo da criança pela literatura.
Depois a professora nos deu algumas sugestões de como se trabalhar ditado fugindo daquele modelo de palavras descontextualizadas e sem sentido para a criança.

Como fazer um ditado  ser interessante:
  • Ditado de palavras da história ditadas pelas crianças;
  • Sorteia-se uma letra e pede que a criança nomeie na gravura ( que está exposta no quadro) coisas que comecem com aquela letra. Toda a turma vai escrevendo as palavras
  • Caixa de surpresa: A professora traz para a sala uma caixa contendo vários objetos. Vai  escolhendo crianças e pedindo que tire um objeto da caixa e dê continuidade à história por ela iniciada.

Outras atividades propostas:

Texto caça-palavras: 1 pedaço de papel pardo com um pequeno texto colado de um lado, no outro lado tem algumas palavras destacadas que a criança deve procurar no texto.
Produção de textos: É entregue a cada criança um envelope contendo 4 palavras: 1 verbo, 1 substantivo concreto e 1 substantivo abstrato. Deve-se escrever uma frase com essas quatro palavras, somente o verbo pode ser flexionado.
A professora finalizou a sua aula fazendo a presentação e sinopse de diversos livros do Ziraldo: O menino maluquinho, Menina Nina, a fábula das cores, entre outros.
A Professora destacou o que pode ser trabalhado com cada livro e a faixa etária adequada.
Professora Cristina Silveira agradecemos muito a sua colaboração!

















5º ENCONTRO - DIA 26/09/2011

O nosso quinto encontro foi iniciado com uma boa leitura.

 Leitura do livro_ Pneu chorão. Sandra Aymone. Ed.Fundação Educar Dpaschoal.

O Professor Ivan faz a leitura do livro, destacando a importância da leitura de textos pelo professor para os alunos, destaca capa, ilustração, título, autor, tema do livro. Exemplifica como explorar o título e a capa do livro pelo professor.
Atividade com crachá

Trabalhando com crachá – cada OE terá 15min. Para fazer o crachá, destacando a 1ª letra do nome com cor diferente.

Depois de feitos os crachás, cada uma se apresenta falando o seu nome, ao mesmo tempo que o grupo repete e aplaude. Segue a dinâmica com outras formas de apresentação do nome.

Trabalhando com salada de frutas – A professora escreve o nome de cada fruta trazida, depois relaciona-se a 1ª letra inicial da fruta com a letra inicial dos nomes das crianças.
Apresentação de slides – Parâmetros de alfabetização

A partir do exposto, cada grupo irá trabalhar com um nível de alfabetização diferente.

Ex: Bingo de sílabas com as sílabas dos nomes dos alunos; jogo da memória; auto-ditado

TAREFA – PESQUISA-AÇÃO: O que as cursistas devem pesquisar em suas escolas:

1-      Nº de alunos freqüentes

2-      Nº de alunos transferidos

3-      Nº de alunos fora da faixa etária

4-      Nº de alunos em cada fase de alfabetização

5-      Exemplos de textos e atividades desenvolvidas.

Apresentação dos trabalhos realizados pelos grupos:
1º grupo: Jogo da memória e quadro de associações ( Hoje é dia de feirinha – eu vou comprar?) O professor vai escrevendo no quadro as frutas ditadas pelas crianças.

2º grupo- Abecedário para o aluno montar: A professora escreve a letra do alfabeto em folhas e as crianças procuram em encarte e jornais a figura correspondente à letra.

3º grupo: Cartela com o nome das frutas; dominó com letra final e inicial

4º grupo:

Quadro-pergunta – resposta-supresa; dominó inteligente.

FECHAMENTO E COMENTÁRIOS FINAIS:

Fazer com que essa atividade chegue à sala de aula (foco no professor alfabetizador)


4º ENCONTRO - 19/09/2011

Iniciamos nosso quarto encontro com a leitura e discussão do texto:  Instrumentos de avaliação, diagnóstico e planejamento.
Eixos a serem pensados a partir das leituras dos texto:
  • Trabalho pedagógico- o que está acontecendo em minha escola?
  •  Relação escola-comunidade;
  • Desenvolvimento e aprendizagem;
  • Condições de trabalho;
  •  Origem e estrutura da escola.
Sugestçoes de como realizar o diagnóstico de aprendizagem:
  •  individual, através de leitura com as criança
  • Registro no caderno (alguns)
Algumas cursistas relataram que fazem trabalho diversificado, dividem a turma em grupos de acordo com a dificuldade. Também aplicam atividades diversificadas a partir de diversidade textual.
O Professor Ivan comenta que os professores acham que o problema de aprendizagem dos alunos se encontra fora da escola e não verificam que materiais e métodos estão utilizando. Ao não oferecer várias possibilidades para as crianças, isso as impedem de avançar na aprendizagem.Pede que as cursistas focalizem o olhar na turma que apresentam maiores dificuldades.
Sugestão de atividades
JOGO DE PALAVRAS, LETRAS E NÚMEROS ALEATÓRIOS
Dispor sobre o chão ou uma mesa as palavras, letras e números, pedir que um aluno retire o que não é palavra. Esse jogo serve para avaliar o conhecimento da criança no que se refere ao reconhecimento das letras do alfabeto e dos números.
O jogo é realizado com as cursistas para que possam vivenciar a experiência do aluno.
Outra sugestões de atividades:
GINCANA DE ALFABETIZAÇÃO:
Trabalhar com listas de frutas, enlatados, etc...
COMENTÁRIOS SOBRE AVALIAÇÃO E CICLO:
  •  Os professores generalizam muito ao avaliar os alunos, não fazem apontamentos específicos.
  • Acompanhamento realizado através da Provinha Brasil, que é usada como parâmetro, seus dados são utilizados como definidor da política pedagógica.
  •  Entendimento errado do ciclo, achar que a criança tem 3 anos para se alfabetizar.
Algumas sugestões:
  • União da comunidade; mudança da organização das cadeiras.
Leitura do texto:Instrumentos de avaliação, diagnóstico e planejamento.
Alguns pontos destacados:
1-      A criança já trazem conhecimento de casa
2-      As professoras devem destacar para a criança a importância desse fato.
3-      Definir as metas a serem alcançadas em cada ano do ciclo
4-      Dificuldade de compreender como o aluno aprende.
5-      Falta de uma matriz de referênc
Uma professora relata sua experiência: Ao se ver diante de uma turma que escrevia as palavras todas juntas fez a seguinte dinâmica: Mandou que os alunos ficassem todos juntos, amontoados, para que percebessem que assim não conseguiam ter mobilidade, ao se organizarem dando as mãos, perceberam que podiam se movimentar muito bem. ela usou esse exemplo para mostrar aos alunos como as palavras são escritas.




3º ENCONTRO 12/09/2011

Esse foi o nosso terceiro encontro,  ainda encontrávamos meio que perdidos pela falta de  um lugar que abrigasse o nosso curso. As nossas cursistas chegaram atrasadas, devido a um desencontro de informações e também pela mudança de lugar, por enquanto estávamos temporariamente neste CIEP 022 Getúlio Vargas que abriga  também a Escola municipal Marinete C. de Oliveira.
Começamos pela retomada dos trabalhos do encontro anterior. Na aula anterior foi pedido que às cursistas trouxessem alguns dados de alunos com dificuldades de aprendizagens de suas escolas. Também ficaram de trazer relatos escritos de suas experiências iniciais de alfabetização.

Foi solicitado às cursistas que fizessem  uma pesquisa a respeito dos professores alfabetizadores de suas escolas a fim de traçar um perfil desses profissionais e conhecê-los melhor. Algumas perguntas sugeridas: 
O tempo de formação; de atuação naquela escola; de atuação nas classes de alfabetização; quais os problemas mais relevantes; que problemas de aprendizagem enfrentam.

A pesquisa também queria saber a respeito da realidade da escola:As turmas de trabalho pedagógico; relação escola-comunidade; condições de trabalho  e desenvolvimento da aprendizagem dos alunos.
Técnicas de pesquisa apontadas: entrevistas, observações e análise de material.
2º momento: As cursistas começam a relatar as suas experiências de como foram alfabetizadas.
O professor reforça o pedido de quem não fez, que faça o registro de sua alfabetização, pois ao fazer esse resgate poderemos nos colocar no lugar do outro.
Dentre os relatos realizados destacamos alguns fatos comuns, entre eles,a alfabetização em casa, tendo as mães como iniciadoras das primeiras letras apesar de não terem nenhuma formação.
O Professor Ivan alerta que devemos levar em consideração que existe todo um processo histórico, a escola é o espaço onde todas as aprendizagens se ampliam, a maioria das mães não trabalhavam fora e a escola seguia o mesmo padrão de alfabetização das mães.
Uma  cursista  ainda lembrava textos completos da época da alfabetização.

  • Alguns aspectos destacados nos relatos:
  • Uso de textos mais longos;
  • Cuidado com a caligrafia exigida pelos pais e pela escola;
  • Caráter emocional – relação de poder e autoritarismo dos pais  transferido para o ambiente da escola.
Fazer o resgate dessas histórias faz com que nos reconheçamos como pessoas e profissionais, se traduzidas para outras  práticas nos faz repensar nossas ações.
Relato de informações da escola, algumas dificuldades apontadas pelas cursistas:
1-      Falta de apoio das famílias;
2-      Excesso de alunos por turma;
3-      Indisciplina;
4-      Distorção série/idade;
5-      Falta de base, chegam ao 3º ano sem estarem alfabetizados
Outras dificuldades ressaltadas pelas cursistas:
1-      Grande rotatividade dos professores
2-      Início do ano letivo sem quadro formado;
3-      Dobra.
4-      Inexperiência dos professores novatos, o que interfere muito na aprendizagem dos alunos.
5-      Falta de recursos e problemas estruturais.
A orientação foi  para que  no próximo ano, a equipe sistematize todas as observações de entrada desses professores que fazem esse quadro de dobra, assim a equipe ficará consciente de seu trabalho. Com a sistematização e registro de todos esses dados a escola passará a se reconhecer e ver quais são seu pontos fracos. Os professores devem ser chamados a contribuir na área da alfabetização, principalmente os de Letras.
 Algumas sugestões:
1-Aproximação com os pais; investigação na vida dessas famílias;
2-Montar uma oficina com os pais;
3-Conhecer de perto o trabalho pedagógico que o professor desenvolve  em sala de aula, começar pelos que dão abertura até os outros irem se engajando;
4-Seguir um caminho metodológico.
3º momento:  Leitura de  um texto de Rubem Alves. 
 O problema é a forma de como se alfabetiza, por que inventar e reinventar a alfabetização? Que tal um passeio ao jardim zoológico, usar objetos que estão á nossa volta?


O professor Ivan aponta alguns caminhos da pesquisa-ação  com o objetivo de guiar as cursistas nas suas pesquisas:                                                            
1-      Identificar a situação;
2-      Problematizá-la;
3-      Refletir sobre os problemas a enfrentar;
4-      Estabelecer estratégias para desenvolver as situações, sem generalizar nem fazer julgamento de valor;
5-      Exercitar o exercício da descrição da realidade, identificando a origem do problema;
6-      Planejamento das ações (ação-reflexão-nova ação);
7-      Realização das ações;
8-      Avaliação;
9-      Replanejamento.
Eixos:
1-      Relação comunidade/escola;
2-      Trabalho pedagógico
3-      Organização da escola e trabalho pedagógico
4-      Desenvolvimento e aprendizagem
Alguns dados a serem observados:
1-      Fazer um levantamento qualitativo do nível de alfabetização dos alunos: aquisição da leitura e da escrita.
                       Essa tarefa foi o dever de casa das cursistas!